134ª Garraiada Académica de Lisboa


O primeiro registo de realização numa praça de toiros, da Garraiada Académica, remonta ao ano de 1875, ainda na antiga praça do Campo Santana, sobre a coordenação do Instituto Agrícola, actual Instituto Superior de Agronomia (ISA).

Em 1892, após a inauguração da praça de toiros do Campo Pequeno, umas das suas primeiras actividades taurinas, foi a Garraiada Académica de Lisboa, desta feita organizada pela Federação Académica de Lisboa, actual Associação Académica de Lisboa (AAL) então já considerada como a cúpula das Associações de Estudantes de Lisboa.

Desde sempre, que os estudantes da capital se identificaram e participaram nesta importante celebração da Semana Académica de Lisboa (SAL), existindo apenas por motivos de obras na Praça, uma interrupção deste evento histórico, durante 6 anos (2000-2006). As Garraiadas Académicas têm sido para além de uma divertida celebração de estudantes, uma importante montra de futuras figuras do toureio nacional.

Em 2007, ressurge um dos mais históricos eventos académicos da capital. Numa iniciativa conjunta entre a Associação Académica de Lisboa e a Associação Académica da Universidade Lusíada (AAUL) que contou com a participação de mais de 2800 pessoas e um convívio inigualável. Foi um evento marcado pela boa disposição dos aficionados e pelo reviver de memórias doutras garraiadas. Dos 6 aos 90 anos, todos se divertiram e marcaram o renascimento das Garraiadas na Campo Pequeno.

No ano de 2008, a Garraiada Académica, conhece duas edições:

A 30 de Abril, nas comemorações da SAL, realizou-se a Garraiada Académica de Lisboa 2008, desta feita com uma maior abrangência das Instituições de Ensino Superior, num formato de 5 cavaleiros e 5 grupos de forcados, oriundos da Universidade Lusíada de Lisboa, da Universidade Católica (Faculdade de Economia e Direito), Universidade Nova (Faculdade de Economia e ISEGI), Escola Superior de Saúde Egas Moniz e como não poderia deixar de ser, pelo Instituto Superior de Agronomia. Com uma lotação de cerca de 4000 pessoas, a festa terminou num Arraial Académico de cariz popular, possibilitando aos estudantes pisar a arena da praça.

A segunda edição, surge a 17 de Outubro, pela Garraiada Académica do Caloiro, celebrando a chegada dos novos alunos ao Ensino Superior. O formato mantém-se: 5 cavaleiros e 5 grupos de forcados, que enchem as bancadas da Praça de Toiros da Capital, desta feita, são repetentes as Associações da Universidade Lusíada, da Universidade Católica, da Escola de Saúde Egas Moniz e do Instituto Superior de Agronomia, estreando-se a Universidade Autónoma nesta grande festa Universitária.

No ano de 2009, a Garraiada Académica de Lisboa, retoma o seu lugar de destaque nas celebrações académicas da capital lisboeta.

Dia 27 de Maio, a Praça de toiros do Campo Pequeno, abre as suas portas aos estudantes pelo 134º ano, sempre com o mesmo espírito académico e de tradição, mas sem deixar de surpreender e divertir, contando esta edição com uma selecção de forcadas femininas, entre outras surpresas.

Amieira, 1º de Maio

CORRIDA DE TOIROS MISTA DE BENEFICIÊNCIA
NOTA: Recebido por e-mail

Sobre a Festa do Forcado...


Aqui está a minha visão sobre a 2ª Edição da Festa do Forcado!


A Corrida de Alcochete!

(Fotografia: Francisco Romeiras)

Aqui ficam as crónicas da Corrida realizada no passado Domingo, dia 5 de Abril, na Praça de Toiros de Alcochete. Clicar aqui e aqui. Há uma delas que tem um certo cunho pessoal! 

Fim-de-Semana Taurino!

(Fotografia: Fernando Henriques)

Os cartazes completos para este Fim-de-Semana. Carregar aqui...

Festa do Forcado'09 - Évora 11 de Abril

(recebido via e-mail)

De Rerum Natura

Caríssimos!
Não escrevo há muito para este espaço, porém, publico aqui o comentário que deixei no blog que dá o título a este artigo, escrito por uma pessoa que admiro imenso: http://dererummundi.blogspot.com/2009/03/ultima-corrida-de-touros-em-arronches.html


«Embora leitor assíduo, tenho por hábito não comentar os artigos. Até porque, em geral, as opiniões expressas vão de encontro àquilo que eu penso.Hoje, porém, enquanto faço uma pausa dos estudos, sabendo que a minha intervenção neste espaço pouco ou nada servirá para alterar o actual estado das coisas, a minha consciência obriga a que exponha o que penso em relação à festa brava.
Não me considero um aficcionado, mas, alguém que gosta de assistir, quando tal se proporciona, a umas corridas de touros à portuguesa. Não vou insistir em argumentos como a diferença entre esta e a tourada, com ou sem matador, nem na eventual insensibilidade do animal à dor ou outros argumentos que, quem quiser debater esta questão dentro dos limites da honestidade, terá de conhecer, em vez de cair em posições extremas. Compete-me, apenas, no âmbito de um debate honesto e rigoroso, denunciar um argumento que, diz-nos a lógica mais elementar, tem tanta validade como proibir o trânsito de, por exemplo, motociclos devido à gravidade dos ferimentos resultantes de eventuais acidentes, sem ter em conta a proporção destes em relação à totalidade nem o livre arbítrio dos motociclistas. Não quero com isto fazer a apologia de uma ou outra posição, mas somente, alertar para os fundamentalismos que podemos assumir quando a nossa posição, que julgamos moralmente superior, não é assente em alicerces sólidos. Devo, ainda, dizer que estou aberto a qualquer argumento possa alterar a minha opinião em relação à corrida de touros à portuguesa, não podendo ser chamado um fudamentalista conservador.
Rejeito, sim, à partida argumentos como o infeliz falecimento de um amante da festa brava constituir pretexto para a proibição arbitrária de uma actividade económica e cultural, algo que não tem o menor cabimento no contexto de um Estado de Direito Democrático. Deixo ainda a achega aos ambientalistas e eco-fascictas do costume, às pessoas com consciência ambiental e à generalidade dos leitores deste blog que, em vez de lutarem contra as corridas de touros, tentem cortar alguns argumentos dos aficcionados, como eu. Podem começar por lutar, ao invés, por uma (para não pedir várias) reserva ecológica que seja fiel ao habitat original do bovino de raça preta, onde estes animais possam viver no seu meio natural sem serem seleccionados para o espectáculo tauromáquico. É que esquecem-se que esta raça bovina, autóctone da Península Ibérica e uma das mais próximas do auroque, sobrevive apenas devido aos ganadeiros que, mesmo com prejuízo, mantêm a criação. E já agora, porque não apostar numa repovoação do nosso território com as espécies que a acção antrópica fez desaparecer ou restrigir? Acabar com as inconsequentes manchas de eucalipto e pinheiro bravo, os inúteis e ecológica e economicamente criminosos parques eólicos, Plano Nacional de Barragens, Projectos de Interesse Nacional e outros absurdos e nos dedicássemos à minimização e recuperação do impacto humano sobre a fauna e a flora? Que tal, em vez de ser contra as corridas de touros, lutar democraticamente pela restauração da fauna e flora autóctone: os carvalhos em geral, o urso, o lobo, o lince, o touro, o cavalo, os salmonídeos, o esturjão. Neste contexto, seria um dos primeiros a abdicar de uma boa corrida de touros, em prol da conservação destes e de outros animais e plantas.
Termino, para sintetizar, com este pensamento: proibir é uma atitude típica de regimes autoritários, não tendo eu qualquer objecção a uma atitude concertada que resulte do debate democrático, mesmo que o resultado seja o mesmo.
António Lopeso_impertinente@otmail.com
30 de Março de 2009 0:06 »

Campo Pequeno


Os primeiros 7 dos 13 cartéis da temporada 2009 do Campo Pequeno em Lisboa.

1ª Corrida - Inauguração Oficial da Temporada/Corrida à Portuguesa- Data: 7 de Maio- Ganadaria: 6 Toiros Passanha- Cavaleiros: António Ribeiro Telles: Pablo Hermoso de Mendoza e Vítor Ribeiro- Grupos de Forcados: Amadores de Lisboa e Amadores de Coruche


2ª Corrida - : “2ª Grande Corrida Vidas/Correio da Manhã”3º Aniversario da reinauguração do Campo Pequeno- Data: 14 de Maio- Ganadaria: 3 Toiros de Santa Maria (lide a cavalo) e 4 Toiros de Brito Paes (lide a pé)- Cavaleiros: Manuel Ribeiro Telles Bastos e Manuel Lupi- Matadores: “Pedrito de Portugal” e Manuel de Jesus “El Cid”- Grupos de Forcados: Amadores do Aposento da Moita


3ª Corrida – “Grande Corrida CARAS”Regresso da Ganadaria Grave ao Campo Pequeno- Data: 4 de Junho- Ganadaria: 6 Toiros de Joaquim Murteira Grave- Cavaleiros: Joaquim Bastinhas, Luís Rouxinol e António Maria Brito Paes- Grupo de Forcados: Amadores de Montemor


4ª Corrida : Novilhada de Promoção de Novos Valores- Data: 18 de Junho- Ganadaria: 5 Novilhos e um Bezerro de Manuel Veiga- Cavaleiros: Marcelo Mendes e Soller Garcia- Novilheiros: Daniel Nunes, Juan del Álamo, Manuel Dias Gomes e Paco Velazques- Bezerrista: “Michelito” Lagravère- Grupos de Forcados: Amadores da Azambuja


5ª Corrida : “4ª Grande Corrida 24 Horas”O classicismo do toureio a cavalo e a magia do toureio a pé”- Data: 2 de Julho- Ganadaria: 6 Toiros de Ortigão Costa- Cavaleiro: António Ribeiro Telles- Matador: José António “Morante de la Puebla”- Grupo de Forcados: Amadores de Santarém


6ª Corrida - 25 anos de alternativa de Rui Salvador- Data: 9 de Julho- Ganadaria: 6 Toiros da Herdade de Pégoras- Cavaleiros : Rui Salvador, João Salgueiro e Leonardo Hernandez- Grupos de Forcados: Amadores de Évora e Alcochete

7ª Corrida: - “Sensacional corrida FLASH”- Data: 16 de Julho

8ª Corrida - Grande Corrida VIP”Alternativa de Duarte Pinto- Data: 23 de Julho- Ganadaria: 6 Toiros de Maria Guiomar Cortes de Moura- Testemunhas de Honra: Luís M. Veiga, Frederico Cunha e José João Zoio- Cavaleiros: Emídio Pinto, Paulo Caetano, Joaquim Bastinhas, João Moura Caetano, Marcos Bastinhas e Duarte Pinto- Grupos de Forcados: Amadores de Cascais, Monforte e Elvas

FOMOS ROUBADOS


Venho por este meio anunciar que, aparentemente, a nossa conta de e-mail foi tomada de assalto.

Alegadamente fomos roubados. Não consigo perceber nem como nem porquê, mas deixámos de ter acesso à nossa conta de e-mail.

Naturalmente, não faço ideia se quem a tomou de assalto (insisto nesta expressão) está a utilizá-a, nem para que fins. Pelo que, evidentemente, peço desculpa por algum incómodo que possa estar a ser causado, mas esta situação foge completamente ao meu controlo.

Uma vez que recebíamos - com base regular - correio destinado à informação/divulgação de uma série de eventos, bem como algum feedback de quem nos lê, pedimos o favor de nos passarem a contactar para o endereço: blogueosmarialvas@gmail.com. Pouco original bem sei, mas julgo que cumpre o efeito.

Com os meus melhores cumprimentos,

Luís Miguel Costa